Estas piscinas se utilizam de técnica construtiva mista: alvenaria e
concreto.
Em duas versões: Argamassa Armada e Alvenaria Estrutural.
São
muito executadas, por serem opções intermediarias entre a de concreto
e as pré-fabricadas, pois apresentam uma considerável relação
custo x beneficio. Ambas as técnicas, com prazo médio de execução
de 30 a 45 dias, são executadas sobre uma laje de concreto. As paredes
são executadas sem a utilização de formas de madeira, amenizando
o custo final.
Podem receber os mesmos revestimentos que a piscina de concreto.
Na Argamassa Armada, as paredes são erguidas com tijolos, reboco (cimento,
areia e cal) e fibras sintéticas. A pedra é totalmente dispensada
neste tipo de técnica. Apresenta-se como uma estrutura bastante maleável,
diminuindo sensivelmente a ocorrência de fissuras na impermeabilização
ou rachaduras indesejáveis.
Isto de certa forma lhe confere uma boa durabilidade, que varia entre quinze
e vinte anos. Pode ser projetada em qualquer tamanho ou formato, exigindo sempre mão-de-obra
especializada.
Na Alvenaria Estrutural, as paredes são erguidas com blocos de concreto,
que posteriormente serão preenchidos com concreto e ferragens. Compondo
uma estrutura formada de pilaretes travados com cintas de amarração,
calculados de acordo com a profundidade da piscina. O tamanho desta, está
vinculado ao tamanho do bloco de concreto utilizado, sendo este o módulo
que definirá as dimensões da piscina (largura, comprimento e profundidade).
Esta técnica construtiva poderá apresentar problemas quando for
executada sem uma sondagem do solo e sem cálculo estrutural.
Menos resistente
e durável e mais vulnerável às oscilações
do solo quando comparada a de concreto.
Sua durabilidade varia entre dez e quinze anos.